Autor: William E Henley
Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
Fora da noite que cobre a mim
negra como um poço infindável
agradeço aos deuses e afins
Por minha alma inconquistável
Nas garras das cirsunstâncias caído
Não me entreguei nem me pus a chorar
Sob os golpes inclementes do acaso
Minha cabeça sangra, sangra sem se curvar
Além deste lugar de lágrimas e ira
existe ainda um horror uma sombra:
a ameaça dos anos, o fim da vida,
Eu, desprovido de medo, ela encontra
Não importa o peso do grilhão cingido
Não importa o castigo que a carne paga
Eu sou o senhor do meu destino
Eu sou o capitão da minha alma.
tradução de Gabriel Avelar
domingo, 7 de fevereiro de 2010
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